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"Piscianos são as águas universais das emoções. Eles choram, riem, sofrem, se alegram pelo que eles sentem, e levam tempo para descobrirem que também são assim pelo que os outros sentem. O universo inteiro de Peixes evolui em torno da sensiblidade e das emoções. São aquelas pessoas que irão trazer para casa os amigos sofridos e, os desconhecidos também. Se você tiver sorte, Peixes se controlará e apenas trará os animais abandonados que encontrou pelas esquinas da rua. E, a pureza emocional de Peixes é tamanha, que é difícil lhes dizer não. Este signo tem um elo de comunicação direto com as manifestações do invisível. A intuição, a sensitividade, a linguagem musical, a expressão criativa das pinturas, das artes em geral. Tudo que, através de formas não verbais ilustrem as emoções humanas. Peixes é o signo que consegue nos apontar o divino em cada um de nós. E, por pertencerem a um universo pessoal tão solúvel e sem fronteiras, são pessoas adaptáveis, e podem se sentir à vontade em qualquer lugar. Na realidade, é assim porque carregam seu rico mundo interno para onde vão. Caminham pela vida, sonhando e devaneando com um mundo melhor."
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13 de junho de 2010

O QUE FAZ VOCÊ VIVER UMA VIDA MAIS OU MENOS

"A gente pode
morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos,
e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode
dormir numa cama mais ou menos,
comer mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos,
e até ser obrigado a acreditar
mais ou menos no futuro.

A gente pode
olhar em volta e sentir que tudo está
mais ou menos.
Tudo bem.

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum,
é amar mais ou menos,
é sonhar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ter fé mais ou menos,
e acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar
uma pessoa mais ou menos."

(Francisco Cândido Xavier)


Mas, o que nos leva a viver a vida "mais ou menos"???
Não creio que esta seja nossa escolha, pelo menos não consciente.
Acredito que acostumamos com tudo mais ou menos porque dá pouco trabalho ou porque nos dá mais segurança ou, talvez, porque não nos ensinaram a viver de outro jeito.
Seja por qual motivo for, é o medo o grande vilão que nos mantem preso neste lugar e enquanto não tivermos coragem suficiente para enfrentá-lo continuaremos aí... onde tudo é "mais ou menos"!

30 de maio de 2010

AS MENTIRAS QUE CONTAMOS


Afinal, porque mentimos?

Mentimos para nos proteger.
Para não machucar quem amamos.
Para não sermos desagradáveis com os outros.
Para conseguir o que queremos.
Para parecer o que não somos.
Para escapar do castigo.
Porque se tornou um vício.
Ou então, porque nos acovardamos e mentir torna-se mais fácil do que enfrentar a verdade.

Seja por qual motivo for, acredito que mentimos para evitar um sofrimento - seja o nosso ou o do outro.

Claro, que existem mentiras que causam mais danos do que dizer a pior verdade.

E o que é a verdade, não é!?

O que é significante para mim, pode não ser para a outra pessoa. O motivo que me leva a mentir pode ser justificável para mim mas, incompreenssível para o outro.

Não estou defendendo as "mentiras", até porque quem muito mente acaba se embolando no final da estória... e quem inventa um conto tem que anotar no caderninho para não perder o ponto.
E isso dá um trabalho danado, além de consumir muito da nossa energia.

Mas, uma coisa é certa, para nós a nossa própria mentira é sempre em prol de um "bem maior".

23 de maio de 2010

O QUE ANDA ESPALHANDO PELA VIDA?

Ontem me deparei com a seguinte frase:

" Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida."

Então fiquei pensando sobre o que tenho espalhado por aí...

Algumas vezes não fui uma boa amiga, outras uma péssima colega de trabalho e uma profissional meia-boca.

Já fui uma colega de sala encrenqueira, uma filha egoísta e uma irmã invejosa.

Já critiquei, com meu amigo imaginário, a roupa de fulano e o corpo de cicrano.

Já planejei, mentalmente, o assassinato de alguns desafetos e confesso que me diverti com este exercício.

Julgamentos, fofocas e pequenas intrigas também podem ser encontrados no meu currículo.

Enfim, pequenos pecados de uma mortal e imperfeita pessoa! Coisas que milhares de outras também já sentiram, fizeram ou pensaram.

Mas, no meu balanço final, acredito que tenho espalhado muitas coisas boas.
E como sei disso???
Oras, basta olhar para todos os anjos da guarda que me cercam, todos os tesouros que guardo em meu coração e todos os milagres que acontecem, diariamente, em minha vida!

E você, o que anda espalhando por aí???

2 de maio de 2010

Para ser honesta, não me lembro do primeiro livro que li. Sei que foram muitos... romances, biografias, esotéricos e policiais.

Alguns possuem trechos que parecem ter sido escritos exatamente para nós, outros que a personagem foi inspirada na gente e uns mostra o nosso lado "vilão" que temos que manter controlados em nossa vida real...

Existem livros que guardamos por muito tempo e quando resolvemos abrí-lo descobrimos que aquele era o momento certo de ler.
Alguns conseguimos ler, ler e ler e começar a ler de novo sempre como se fosse a primeira vez.

Se tivesse que ir para uma ilha deserta, certamente, seria estes os livros que levaria:

Pollyana e Pollyana Moça - presente de minha vó Phina e de leitura obrigatória para todas as netas. O "Jogo do Contente" é algo de que sempre falo para minhas amigas, mas confesso difícil aplicá-lo em minha própria vida. Acredito, que mesmo tendo um lado hiena, carrego comigo a alegria de Pollyana.

Brida e As Valquírias- já li diversas vezes e sempre descubro algo que deixei escapar da leitura anterior. Nos meus momentos de crise busco nestes livros a força que preciso para me reerguer. Como se fossem as instruções que preciso seguir para me reencontrar, me descobrir de novo e renascer - mais forte e confiante.

As Brumas de Avalon - minha paixão, tenho certeza que fui meio Morgana em outras encarnações. Amor, magia, mulheres fortes... para mim foi impossível não apaixonar pela saga do Rei Arthur e a trilha sonora do filme é maravilhosa....

E, Eva Luna... uma mulher que acreditou que o amor não era "coisa" para ela - abriu mão de sua condição de mulher, da sua fertilidade - e quando já não esperava mais por ele eis que acontece!

Encontramos na ficção o que nos falta na realidade e quando por aqui fica muito difícil, podemos fugir para outros mundos, outras vidas para descansar um pouquinho da loucura que é ser quem somos.

25 de abril de 2010

MULHERES SÃO DA TERRA

Sim, nós estamos dominado o mundo... não somos mais de Vênus e sim da Terra!
Parece que nosso planeta, digo planeta porque o excesso de mulheres está acontecendo nos quatro cantos da Terra, é a sede do Congresso Intergalático de Mulheres.

As mulheres andam em bandos e eles possuem uma marca registrada que as difere das outras.
Você consegue distinguir as "patys" das "piriguetes", as coroas divorciadas das coroas solteiras, as super-mega-power sucedidas das que ganham salário modesto, as tímidas das descoladas, e por ai segue...

Estamos atuando em praticamente todas as profissões.
Dirigimos nosso carro.
Fazemos as viagens que planejamos.
O curso que queremos.
Moramos sozinhas.
Nos bancamos.

Seríamos totalmente independentes se não fosse por um pequeno detalhe.

Um detalhe que nos faz passar horas na academia, sofrer com a depilação, com a manicure e com o cabelo e enlouquecer por não achar o que vestir.
Todo esse ritual de tortura para quê!?
Para um homem!
Seja o paquera, o namorado ou o marido e até mesmo para "aquele" que vamos supostamente (se nosso anjo da guarda ajudar, né) conhecer na balada.
Porque é para isso também que saímos.
Enfrentamos o salto nos matando na fila da boite da moda, horas de espera para uma mesa naquele lugar badaladíssimo e escutamos aquelas músicas que juramos que não ouviríamos (nunquinha).
Quando finalmente saímos vencedoras na luta por um lugar "naquele lugar" nos deparamos com milhares, milhões da nossa espécie.... aí minha amiga a única solução é tomar todas e cantar "Abra suas asas, solte suas feras....." kkkkkkk

Então, quando a coisa fica PRETA...preta mesmo...apelamos para simpatias, orações milagrosas, promessas que sabemos que não vamos cumprir, mãe de santo, tarô, IChing ou qualquer outra coisa que nos dê um vislumbramento de um pontinho de luz no fim do mundo.

E, naquele dia em que você não se preocupou com nada, saiu com as amigas para tomar um choppinho e conversar fiado, aparece aquele por quem você procurou ... e com um simples "Oi!" sua busca termina... e vocês serão felizes para sempre!*


*Eu realmente acredito nisto!



18 de abril de 2010

VESTIR PARA MATAR

Para Marilyn Monroe bastava uma gota de Channel 5 e para Gisele Bündchen, calça jeans e camisa xadrez.
Audrey Hepburn não abria mão do pretinho básico e Jackie Kennedy dos enormes óculos escuros.
Coco Channel vestia-se com ternos impecáveis combinando com seus sapatos bicolores enquanto as mulheres-frutas usam vestidos justérrimos e saltos vertigiosamente altos.

Não consigo imaginar Gisele vestida de terninho e muito menos Audrey de mulher-fruta... o que não é feio em uma torna-se extremamente vulgar na outra.

Cada uma, tem seu jeito singular de vestir-se e incorporaram ao seu estilo a sua personalidade.

Estar vestida para matar não é usar um vestido bandage Hervé Leger, nem um Christian Dior decotadíssimo e muito menos uma calça que parece ter sido costurada no corpo.

Se eu me vestisse com tais peças, com toda certeza, ficaria R-Í-D-I-C-U-L-O.
Nada disto combina comigo. Ficaria extremamente envergonhada usando um vestido colado ao meu corpo e não saberia o que fazer com um decote tão profundo.
Mesmo vestindo uma roupa de um über estilista, meu look seria um fiasco total.

Eu fico vestida para matar de jeans, camiseta e havaianas, cara limpa apenas de brilho labial e rímel - coisas que não abro mão, nunca- e rabo de cavalo.
Vestida assim, estou segura de mim e esta é a verdadeira Kênia - bem despojada.

Claro, que tenho momentos "Audrey-Jackie" mas, "mulher-fruta" definitivamente não combina comigo.

O que nos deixa "vestida para matar" não é a roupa nem a sua marca e sim, a sensação de ser capaz de conseguir tudo o que desejamos quando usamos determinada peça.

Afinal, pode haver algo mais sexy do que uma mulher segura de si?


11 de abril de 2010

O QUE EU FAÇO QUANDO VOCÊ NÃO OLHA

Em tempos de Ricky Martin saindo do armário (juro, eu não acreditava e continuo não acreditando), Tiger Woods admitindo ser viciado em sexo (para mim é pura safadeza mesmo) e marido de celebridade assumindo suas traições - eu, simples mortal, resolvi contar alguns dos meus segredinhos. Claro, que nenhum deles irá aumentar as vendas de nenhuma revista de fofoca, mas eles representam o lado "B" da minha estória.

Quando ninguém está vendo....

... eu me produzo toda - figurino, cabelo e maquiagem - ligo o meu Ipod no volume máximo para cantar e dançar em meu quarto como se fosse uma diva. Imagino que no lugar da cama esta a platéia que me ovaciona e eu chego até a dar tchauzinho e sorrir para meu público imaginário. Esta minha apresentação chega a valer por uma hora de academia e me deixa relaxadíssima.

... eu me olho no espelho e avalio, em todos os ângulos, o meu bumbum. Não tenho a "paixão nacional" nos moldes brasileiros, então sempre verifico qual a postura que melhora a apresentação pública do meu calcanhar de Aquiles.

... solto uns punzinhos. Para incentivar meu intestino a funcionar, já que é lento e tranquilo como eu.

... e também quando estão vendo, troco muitas idéias com meu amigo invisível!

E então, qual é o seu???