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"Piscianos são as águas universais das emoções. Eles choram, riem, sofrem, se alegram pelo que eles sentem, e levam tempo para descobrirem que também são assim pelo que os outros sentem. O universo inteiro de Peixes evolui em torno da sensiblidade e das emoções. São aquelas pessoas que irão trazer para casa os amigos sofridos e, os desconhecidos também. Se você tiver sorte, Peixes se controlará e apenas trará os animais abandonados que encontrou pelas esquinas da rua. E, a pureza emocional de Peixes é tamanha, que é difícil lhes dizer não. Este signo tem um elo de comunicação direto com as manifestações do invisível. A intuição, a sensitividade, a linguagem musical, a expressão criativa das pinturas, das artes em geral. Tudo que, através de formas não verbais ilustrem as emoções humanas. Peixes é o signo que consegue nos apontar o divino em cada um de nós. E, por pertencerem a um universo pessoal tão solúvel e sem fronteiras, são pessoas adaptáveis, e podem se sentir à vontade em qualquer lugar. Na realidade, é assim porque carregam seu rico mundo interno para onde vão. Caminham pela vida, sonhando e devaneando com um mundo melhor."
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9 de setembro de 2011

MULHERES x MENINAS

"Mulheres se vestem elegantemente, meninas usam roupas minúsculas.
Mulheres se dão valor, meninas se entregam a quem nem conhecem direito.
Mulheres são decididas, meninas são influenciáveis.
Mulheres querem caráter, meninas querem dinheiro.
Mulheres tentam entender os homens, meninas tentam mudá-los.
Mulheres sabem reconhecer um homem, meninas acham que todos sao iguais a um menino que um dia a fez sofrer.
Mulheres vão rir disso, meninas vão se revoltar... "
(By Claudia Ribeiro)

26 de junho de 2011



"Na Catalunya, uma mulher de cabeça baixa pode significar duas coisas.






Ela perdeu um grande amor.



Ou está admirando seus sapatos novos!"





(Desconheço o autor)



8 de junho de 2011

UM PEDIDO

" Sempre acreditei que toda vez que a gente entra numa igreja pela primeira vez, vê uma estrela cadente ou amarra no pulso uma fitinha de Nosso Senhor do Bonfim, pode fazer um pedido. Ou três.
Sempre faço.
Quando são três, em geral, esqueço dois.
Um nunca esqueci. Um sempre pedi: amor. "

Caio F. Abreu
Porque amor nunca é demais...

5 de junho de 2011

SAÚDE MENTAL

"Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental.

Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. E eu também pensei. Tanto que aceitei. Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia.

Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, dentro do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante; pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma. E logo me assustei.

Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se. Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakovski suicidou-se.

No entanto, essas eram as pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental?

Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, previsíveis, sempre iguais, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, bastar fazer o que fêz a Shirley Valentine (se ainda não viu, veja o filme) ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou.

Pensar é uma coisa muito perigosa...

Não, saúde mental elas não tinham. Eram lúcidas demais para isso. Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idosos de gravata. Sendo donos do poder, os loucos (verdadeiramente insanos, Rubem. Pode crer!) passam a ser os protótipos da saúde mental.

Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa.

Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse estresse ou depressão. Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas.

Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de louco e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos. Nós somos muito parecidos com computadores.

O funcionamento dos computadores, como todos sabem, requer a interação de duas partes. Uma delas chama-se hardware, literalmente "equipamento duro", e a outra se denomina software, "equipamento macio". O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito. O software é constituído por entidades "espirituais" - símbolos que formam os programas e são gravados nos disquetes.

Nós também temos um hardware e um software.

O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso. O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória.

Do mesmo jeito, como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo "espirituais", e o programa mais importante é a linguagem. Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também.

Quando o nosso hardware fica louco faz-se necessário chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou. Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam. Não se conserta um programa com chave de fenda por que o software é feito de símbolos; somente símbolos podem entrar dentro dele. Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos. Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal.

Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas, humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas.

Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo, é sensível às coisas que seu software produz. Pois não é isso que acontece conosco? Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado.

Imagine um aparelho de som. Imagine que o toca-discos e os acessórios (o hardware) tenham a capacidade de ouvir a música que ele toca e se comover. Imagine mais, que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta e se arrebenta de emoção! Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei no princípio: a música que saía de seu software era tão bonita que seu hardware não suportou.

Dados esses pressupostos teóricos, estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, saúde mental até o fim dos seus dias.

Opte por um software modesto. Evite as coisas belas e comoventes. A beleza é perigosa para o hardware.


Cuidado com a música. Brahms e Mahler são especialmente contra-indicados. Já o rock pode ser tomado à vontade.

Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento.

Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago?

Os jornais têm o mesmo efeito. Devem ser lidos diariamente. Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais. E, aos domingos, não se esqueça do Silvio Santos e do Gugu Liberato.

Seguindo essa receita você terá uma vida tranqüila, embora banal.

Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é. E, em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei, você se aposentará para, só então, realizar os seus sonhos.

Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido de como eles eram."




(Rubem Alves)


15 de agosto de 2010

DINHEIRO NA MÃO.....


Este é um assunto sobre o qual adoooooooooro falar.
Os mais íntimos sabem do amor que nutro por este pequeno (grande) objeto de papel. Sentimento que herdei do meu pai!
Minha filosofia é: dinheiro é energia, tem que gastar para poder voltar!
Eu sei que muitas vezes eu o usei indiscriminadamente... é que não resisto a um belo vidro de perfume e outras coisinhas que vem embaladas em lindos potinhos.
Muitas pessoas vivem para juntar dinheiro, outras apenas para gastá-lo e outras ganham e gastam.... Dinheiro é bom? É. Nos dá um certo conforto e nos permite viver sem grandes preocupações... Dinheiro pode ser a nossa benção ou ruína (como no caso do goleiro Bruno).
Eu adorei este artigo que saiu na Revista Veja, por ele nos insitar a pensar na nossa relação com o dinheiro...


Viver ou juntar dinheiro ?

por Max Gehringer

Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta, que recebi certa vez. Abre aspas. Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na conta bancária. É claro que não tenho esse dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida. Fecha aspas.

16 de dezembro de 2009

O PODER DO SALTO


"Toda mulher que seduzir um homem
para que ele se case com ela,
utilizando-se de sapatos de salto alto,
sofrerá as penas da bruxaria."


(Lei inglesa do século XV)

29 de agosto de 2009

QUANDO O AMOR ACABA

" De repente, o que era luz se faz sombra. A época do namoro, as delicadezas e olhares apaixonados dão lugar à amargura, à aridez dos dias.

E muita gente afirma: O amor acabou!

Uma sentença que cai pesada sobre os ombros de quem ouve. O fim do amor talvez seja a mais triste notícia para um ser humano. Afinal, o amor move o Mundo e enche a vida de alegria.

Mas será que o amor acaba? Afinal, é um sentimento tão forte que ultrapassa a barreira dos relacionamentos pessoais e deságua nas relações sociais.

Onde há um grupamento humano há a necessidade de amor.

Amor de pais, de filhos, de amigos. Amor entre um homem e uma mulher. Que importa de que tipo é o amor?

Basta que ele exista para que seu perfume imediatamente transforme os ambientes, ilumine os olhos, torne o ar mais leve.

E se é tão essencial o amor, por que o deixamos acabar? Por que permitimos que ele se amesquinhe e seja sufocado?

É que nem sempre sabemos priorizar o que realmente é importante. Nem sempre sabemos cuidar das pessoas que mais amamos.

Por vezes tratamos mal justamente aqueles a quem mais queremos bem. São nossos pais, irmãos, esposos e filhos...

Eles deveriam ser nossa prioridade, mas parecem estar sempre em último lugar. Para eles deveríamos guardar os gestos de delicadeza, os afagos, as palavras gentis.

Pior ainda é quando permitimos que os abismos e silêncios aconteçam em nossa casa.

É como um câncer, que começa devagarzinho, vai se instalando e se torna incontrolável.

E tudo começa porque deixamos de conversar, de trocar experiências, de compartilhar o espaço que chamamos lar. E assim vamos nos afastando dos seres amados.

E ainda há a negligência. Deixamos de falar, de sorrir, de dar atenção aos de casa.

Concentrados em pessoas com as quais temos contato meramente social, aos poucos substituímos o grupo familiar pelos amigos, colegas de trabalho e até por gente que acabamos de conhecer.

Assim vamos deixando a vida seguir. De repente, quando percebemos, o tempo passou, os filhos estão adultos, os irmãos casaram, os pais morreram.

Ou estão idosos demais sequer para ter uma conversa divertida num fim de tarde. O trem da vida seguiu e nós nem o vimos passar.

É quando chega o arrependimento, a saudade, a vontade de ficar junto mais um pouco.

Nem sempre é preciso esperar: alguém que morre repentinamente, um acidente, uma doença inesperada.

E percebemos, então, que desperdiçamos o tempo que estivemos ao lado daquela pessoa especial;

daquele filho divertido;

daquela mãe dedicada;

daquele pai amoroso;

daquele companheiro que estava bem ao lado, caminhando junto.

Não. O amor não morre. Nós o deixamos murchar, apagar-se. É nosso desleixo, desatenção e preguiça que sufocam o amor.

Mas basta regar com cuidado, sorrisos e carinho, para que ele reviva.

Como planta ressequida, o amor bebe as palavras que lhe dirigimos e se reergue.

O amor não morre nunca. Mesmo que acreditemos que ele está morto e enterrado, que desapareceu, ele apenas aguarda que um gesto de amor o faça reviver.

Experimente! Olhe para as pessoas de sua família, para o seu amor, e lembre-se das belas coisas que viveram.

Não deixe que as más lembranças o contaminem. Focalize toda a sua atenção nos momentos mais felizes.

Abrace, afague, sorria junto, diga o quanto os ama.

E se, de repente, seu coração acelerar, seus olhos ficarem úmidos e uma indescritível sensação de felicidade tomar conta de você, não tenha dúvida: são os efeitos contagiantes e deliciosos do amor. "


Redação do Momento Espírita.
Em 15.04.2008.


Recebi este email da minha Nêga, resolvi postá-lo aqui para que possamos refletir a respeito desse sentimento, que é ao mesmo tempo magnânimo e egoísta.

Sempre pensamos em Amor como sendo aquele sentimento romântico entre homem e mulher. E quando esta união acaba , parece que é o fim... o fim de todo nosso amor... e como consequência disso amargamos um enorme e doloroso sofrimento. Ficamos sem esperança e sem vida, nossa luz desaparece e viramos a nossa própria sombra. Nos sentimos assim porque nos esqucemos (ou não aprendemos) de que podemos encontrar Amor de vários tipos e em várias pessoas (mãe, pai, irmãos, amigos....), inclusive e PRINCIPALMENTE em nós mesmo. Que podemos encontrá-lo fazendo algo que nos deixa feliz, no nosso animal de estimação e em DEUS! O Amor não acaba ele se tranforma!


"Cuide bem de seu amor seja quem for!" (Hebert Vianna)


Um final de semana com muitoooooooooooo amor para todos!!!!



1 de julho de 2009

Recebi uma email maravilhoso da minha Tia Graça... então resolvi postar aqui a parte que mais me tocou e me fez refletir.


" Sua vida é a maior empresa do mundo,
só você pode evitar que ela vá a falência.

Jamais desista de si mesmo!
Jamais desista de ser feliz! "



(Desconheço o autor)


Vivemos numa época em que o valor está no "trabalhar demais"!
Nos preocupamos muito em dar 101% de nós no trabalho e acabamos deixando em segundo plano a nossa família e os amigos, porque estamos ocupados demais.
Mas, temos que lembrar que nós somos a "nossa empresa" mais importante e que se não cuidarmos bem dela vamos a falência sim...pois, se ela não estiver 100% todos os nossos esforços serão em vão!
" Todos os dias Deus nos dá
um momento em que é possível mudar
tudo o que nos deixa infelizes.
O instante mágico é o momento em
que um "sim" ou um "não" pode mudar
toda nossa existência.
"


Paulo Coelho


(Que nós possamos, sempre, perceber os instantes mágicos da nossa vida. São eles que nos faz ir a diante e nos transforma em guerreiros da esperança!)